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Trabalhadores em greve exigem fim das reformas e saída de Temer

Trabalhadores mostraram toda a sua indignação com a lei da terceirização e com as reformas Trabalhista e da Previdência do Governo Temer.

30/06/2017 às 13:32
Ascom/SEEB-MA
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Milhões de trabalhadores brasileiros aderiram à greve geral desta sexta-feira (30/06) contra os ataques do Governo Temer e em defesa do emprego, dos direitos trabalhistas e da aposentadoria.

Em todo o país, bancários, metalúrgicos, metroviários, rodoviários, químicos, pofessores, servidores públicos, dentre outras categorias, realizaram protestos, bloqueios e paralisações, exigindo a retirada das reformas trabalhista e da Previdência, a revogação da lei da terceirização, bem como a saída do presidente Michel Temer.

Apesar da enorme rejeição popular e da corrupção que envolve o Governo Temer, as reformas seguem avançando no Congresso Nacional, ameaçando o futuro dos brasileiros, a fim de satisfazer os interesses de empresários e banqueiros que financiam os políticos e mandam no Brasil.

“Não deixaremos que esses parlamentares vendam os direitos dos trabalhadores para aumentar o lucro dos bancos e dos grandes empresários. Exigimos a saída de Temer e de todos os corruptos, que não tem legitimidade para retirar os direitos e a aposentadoria dos brasileiros” - afirmou o presidente do SEEB-MA, Eloy Natan.

Greve forte no país

De norte a sul do Brasil, a greve geral contou com a adesão massiva da classe trabalhadora. Em São Paulo e no Rio de Janeiro, os metalúrgicos e diversas categorias cruzaram os braços. Em Brasília, Porto Alegre, Belo Horizonte, Fortaleza, Campina Grande e Belém, destaque para a paralisação do transporte público.

Grande adesão dos bancários no Maranhão

Em todos os Estados, os bancários paralisaram importantes corredores financeiros. No Maranhão, bancos públicos e privados fecharam as portas, como em Imperatriz, Santa Inês, Caxias, Balsas e Bacabal.

Em São Luís, piquetes foram realizados em agências da rede privada, paralisando importantes setores bancários, localizados nos bairros Centro, Renascença e Tirirical.

"O próximo passo, agora, é pressionar os senadores que votarão em plenário, nos próximos dias, o PLC 38/2017, que acaba com a CLT e os direitos conquistados em anos de luta. “Se esses políticos votarem a favor da reforma trabalhista é bom que saibam que nunca mais serão eleitos” – finalizou o presidente Eloy Natan

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